sábado, 29 de maio de 2010
On line- Uma web can entre nós
A avó analógica descobre que um modem pode ajudá-la em coisas que nem imaginava, enquanto a neta nerd, chega ter saudades do que nem viveu, como a época em que as cartas substituíam o email.
Achei importante para os professores que convivem com esse "novo jovem", para que possamos entender um pouco mais e nos situar no mundo deles.
http://mediacenter.clicrbs.com.br/rbstvrs-player/45/player/117547/on-line-uma-web-cam-entre-nos/1/index.htm
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Nosso Curso de TIC's
Acredito ser de nosso interesse sabermos algumas informações sobre o nosso Curso de TIC's. Entrei na página da UFSM/EAD e encontrei por lá informações importantes como o projeto pedagógico do nosso curso. Vale a pena dar uma lida!
Abraços.
Tecnologias da Informação e da Comunicação aplicadas à Educação
Duração: 3 semestres letivos
Ingresso: seleção pública
Coordenação:
Prof. Ricardo Brisolla Ravanello
E-mail: ricardoravanello@yahoo.com
Projeto Pedagógico do curso:
http://coralx.ufsm.br/ead/arquivos/projeto_tics.pdf
Mais um artigo interessantíssimo colegas!
Link: www.cinted.ufrgs.br/renote/dez2006/artigosrenote/25158.pdf
Título: "APRENDIZAGEM COLABORATIVA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA:
ASPECTOS TEÓRICOS, ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS E EXPERIÊNCIAS
REALIZADAS "
Palavras-chave: Aprendizagem colaborativa, educação a distância, construção coletiva
do conhecimento
Excelente leitura para todos!
Sugestões de Leituras
Estava dando uma pesquisada em alguns artigos publicados referentes à aprendizagem colaborativa e encontrei 2 artigos muito interessantes. Nas minhas próximas postagens, seguem os resumos e os links para a visualização dos mesmos para possíveis leituras na íntegra!
Abraços.
Autora: Ana Beatriz Gomez
Link: anabeatrizgomes.pro.br/moodle/file.../CONCEPAPRENDEAD.pdf
Título: "Concepções de Aprendizagem e o Uso da Tecnologia na Educação a Distância: Das
Máquinas de Ensinar ao Conceito de Aprendizagem Colaborativa"
Escolhemos três teóricos que são utilizados com freqüência na construção dos pressupostos filosóficos dos projetos político-pedagógicos dos cursos na modalidade a distância, com o objetivo de construir um percurso, estabelecendo uma relação entre eles. Iniciamos com a teoria de Skinner e a fundamentação da máquina de ensinar, Lévy com seu pensamento da ecologia cognitiva e a construção do conceito de cibercultura, até a apropriação do pensamento de Vygotsky e sua zona de desenvolvimento proximal e aprendizagem cultural apropriada para a construção do conceito de aprendizagem colaborativa. Este percurso pretende apontar a dificuldade de utilização de diferentes concepções na elaboração de estratégias e ações na educação a distância e seus conseqüentes prejuízos, advindos da mistura, muitas vezes, involuntária de diferentes propostas pedagógicas que são, inclusive, conflitantes.
Palavras-Chave: Tecnologias na Educação.Teorias da Educação. Educação a Distância
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Artigo em estudo- Comunidades virtuais: construindo o conhecimento através da interação. - Rute Vera Maria Favero
ESTRATÉGIAS- INTERAÇÃO- COLABORAÇÃO- CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO.
Penso que através do diálogo entre os interagentes, esse diálogo deve ter como base “conteúdos significativos”, que exista a total participação entre todos os interagentes. Contudo, além da participação efetiva entre os interagentes, deve-se nessa interação mediada pelo computador, os interagentes criarem laços de afetividade. De que forma pode acontecer a “afetividade”? Da melhor maneira possível, ou seja, sem distinção entre educador e educando, ambos precisam ao escrever textos nas postagens, emitir o máximo de sua intenção e afeto, ou seja, ambos devem sentir-se como atraídos afetivamente, criar laços recíprocos de dependência ao outro, para efetivamente acontecer a relação entre os interagentes, onde um modifica o outro, com afetividade e respeito, na busca da construção do conhecimento. Exemplificando: - quando se escreve e ao mesmo tempo exprime sentimentos de afeto, cordialidade e proximidade dentre outros.
Rubens Alves coloca:
“Toda a experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Fome é afeto. O pensamento nasce do afeto, nasce da fome. Não confundir afeto com beijinhos e carinhos. Afeto, do latim affecare, quer dizer “ir atrás”.O afeto é o movimento da alma na busca do objeto de sua fome”. (ALVES, 2004, p.52).
Outra estratégia brilhante é o “incentivo” que tem relação direta com a “afetividade”, pois quando o interagente é incentivado, ele se sente valorizado e estimulado a buscar mais conhecimentos, contribuindo dessa forma, para potencializar a aprendizagem.
O tutor, orientador ou líder deve promover debates entre os alunos, assim ampliando as discussões.
Outra relevância a mencionar é que quando os alunos percebem a participação do professor/tutor nas discussões e que valoriza suas postagens, acontece aí duas estratégias importantes funcionando juntas: o incentivo e a afetividade imprescindíveis na construção do conhecimento.
Também se deve mencionar a importância da infra-estrutura tecnológica funcione corretamente e que os educandos e professor/tutores saibam como funcionam esses ambientes virtuais para possíveis r interações entre eles.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
TIC'S - Politica de inclusão
O uso da informática em todas suas nuances começa a se desenvolver como importante forma de inserção digital e inclusão social em nossas escolas. Mesmo com todos esse avanços que nos proporcionam, o mau uso destas tecnologias remetem-nas a programas e métodos mecanicistas. As reais possibilidades de emprego das ferramentas de interação como blogs, correio eletrônico, listas de discussão, webconferências, ambientes virtuais de aprendizagem (moodle) dentre outras não são utilizadas.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Computador e Educação

Computador e Educação? Uma ótima combinação!
“...o fato de que o computador se tornou um instrumento, uma ferramenta para aprendizagem, desenvolvendo habilidades intelectuais e cognitivas, levando o indivíduo ao desabrochar das suas potencialidades, de sua criatividade, de sua inventividade. O produto final desse processo é a formação de indivíduos autônomos, que aprendem por si mesmo, porque aprenderam a aprender, através da busca, da investigação, da descoberta e da invenção”
O papel então dos professores não é apenas o de transmitir informações, é o de facilitador, mediador da construção do conhecimento. Então, o computador passa a ser o "aliado" do professor na aprendizagem, propiciando transformações no ambiente de aprender e questionando as formas de ensinar.(Marise Schmidt Veiga)
Ressalta ainda a importância de se trabalhar com projetos para romper com as formas tradicionais de ensino. Aprender por projetos só terá validade se levar o aluno a construir seu conhecimento, despertar sua curiosidade, seu desejo de aprender cada vez mais, tornar-se “um pesquisador”-indagando, investigando, levantando hipóteses para solução de seus problemas.
O texto ainda relata experiências realizadas na escola, utilizando o computador, programas e aplicativos, combinados com outras formas de construção de formas e imagens.
Espero que os colegas gostem, pois o relato de experiências que deram certo é sempre de ajuda para nós que estamos ingressando neste novo desafio.Quem quer ler o texto na íntegra é só acessar:
http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/inedu01.htm
imagem: internet
Link Tese Alex Primo
Abraço.
Natieli.
http://www.youtube.com/watch?v=9VDQBKAjVoc
Parabéns Blogueiros!
Gostaria de parabenizá-los pelas participações!
Queremos a visita e a participação de todos em todos os Blogs tecendo uma grande rede de comunicação, articulando idéias e produzindo juntos conhecimento.
Boas vindas a todos a essa belíssima tecnologia.
Abraços,
Tutor Marcelo
domingo, 16 de maio de 2010
Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente.
É ensino/aprendizagem onde professores e alunos não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes.
Na expressão "ensino a distância" a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a distância). Preferimos a palavra "educação" que é mais abrangente, embora nenhuma das expressões seja perfeitamente adequada.
Hoje temos a educação presencial, semi-presencial (parte presencial/parte virtual ou a distância) e educação a distância (ou virtual). A presencial é a dos cursos regulares, em qualquer nível, onde professores e alunos se encontram sempre num local físico, chamado sala de aula. É o ensino convencional. A semi-presencial acontece em parte na sala de aula e outra parte a distância, através de tecnologias. A educação a distância pode ter ou não momentos presenciais, mas acontece fundamentalmente com professores e alunos separados fisicamente no espaço e ou no tempo, mas podendo estar juntos através de tecnologias de comunicação.
Outro conceito importante é o de educação contínua ou continuada, que se dá no processo de formação constante, de aprender sempre, de aprender em serviço, juntando teoria e prática, refletindo sobre a própria experiência, ampliando-a com novas informações e relações.
A educação a distância pode ser feita nos mesmos níveis que o ensino regular. No ensino fundamental, médio, superior e na pós-graduação. É mais adequado para a educação de adultos, principalmente para aqueles que já têm experiência consolidada de aprendizagem individual e de pesquisa, como acontece no ensino de pós-graduação e também no de graduação.
Há modelos exclusivos de instituições de educação a distância, que só oferecem programas nessa modalidade, como a Open University da Inglaterra ou a Universidade Nacional a Distância da Espanha. A maior parte das instituições que oferecem cursos a distância também o fazem no ensino presencial. Esse é o modelo atual predominante no Brasil.
As tecnologias interativas, sobretudo, vêm evidenciando, na educação a distância, o que deveria ser o cerne de qualquer processo de educação: a interação e a interlocução entre todos os que estão envolvidos nesse processo.
Na medida em que avançam as tecnologias de comunicação virtual (que conectam pessoas que estão distantes fisicamente como a Internet, telecomunicações, videoconferência, redes de alta velocidade) o conceito de presencialidade também se altera. Poderemos ter professores externos compartilhando determinadas aulas, um professor de fora "entrando" com sua imagem e voz, na aula de outro professor... Haverá, assim, um intercâmbio maior de saberes, possibilitando que cada professor colabore, com seus conhecimentos específicos, no processo de construção do conhecimento, muitas vezes a distância.
O conceito de curso, de aula também muda. Hoje, ainda entendemos por aula um espaço e um tempo determinados. Mas, esse tempo e esse espaço, cada vez mais, serão flexíveis. O professor continuará "dando aula", e enriquecerá esse processo com as possibilidades que as tecnologias interativas proporcionam: para receber e responder mensagens dos alunos, criar listas de discussão e alimentar continuamente os debates e pesquisas com textos, páginas da Internet, até mesmo fora do horário específico da aula. Há uma possibilidade cada vez mais acentuada de estarmos todos presentes em muitos tempos e espaços diferentes. Assim, tanto professores quanto alunos estarão motivados, entendendo "aula" como pesquisa e intercâmbio. Nesse processo, o papel do professor vem sendo redimensionado e cada vez mais ele se torna um supervisor, um animador, um incentivador dos alunos na instigante aventura do conhecimento.
As crianças, pela especificidade de suas necessidades de desenvolvimento e socialização, não podem prescindir do contato físico, da interação. Mas nos cursos médios e superiores, o virtual, provavelmente, superará o presencial. Haverá, então, uma grande reorganização das escolas. Edifícios menores. Menos salas de aula e mais salas ambiente, salas de pesquisa, de encontro, interconectadas. A casa e o escritório serão, também, lugares importantes de aprendizagem.
Poderemos também oferecer cursos predominantemente presenciais e outros predominantemente virtuais. Isso dependerá da área de conhecimento, das necessidades concretas do currículo ou para aproveitar melhor especialistas de outras instituições, que seria difícil contratar.
Estamos numa fase de transição na educação a distância. Muitas organizações estão se limitando a transpor para o virtual adaptações do ensino presencial (aula multiplicada ou disponibilizada). Há um predomínio de interação virtual fria (formulários, rotinas, provas, e-mail) e alguma interação on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, em lugares diferentes). Apesar disso, já é perceptível que começamos a passar dos modelos predominantemente individuais para os grupais na educação a distância. Das mídias unidirecionais, como o jornal, a televisão e o rádio, caminhamos para mídias mais interativas e mesmo os meios de comunicação tradicionais buscam novas formas de interação. Da comunicação off-line estamos evoluindo para um mix de comunicação off e on-line (em tempo real).
Educação a distância não é um "fast-food" em que o aluno se serve de algo pronto. É uma prática que permite um equilíbrio entre as necessidades e habilidades individuais e as do grupo - de forma presencial e virtual. Nessa perspectiva, é possível avançar rapidamente, trocar experiências, esclarecer dúvidas e inferir resultados. De agora em diante, as práticas educativas, cada vez mais, vão combinar cursos presenciais com virtuais, uma parte dos cursos presenciais será feita virtualmente, uma parte dos cursos a distância será feita de forma presencial ou virtual-presencial, ou seja, vendo-nos e ouvindo-nos, intercalando períodos de pesquisa individual com outros de pesquisa e comunicação conjunta. Alguns cursos poderemos fazê-los sozinhos, com a orientação virtual de um tutor, e em outros será importante compartilhar vivências, experiências, idéias.
A Internet está caminhando para ser audiovisual, para transmissão em tempo real de som e imagem (tecnologias streaming, que permitem ver o professor numa tela, acompanhar o resumo do que fala e fazer perguntas ou comentários). Cada vez será mais fácil fazer integrações mais profundas entre TV e WEB (a parte da Internet que nos permite navegar, fazer pesquisas...). Enquanto assiste a determinado programa, o telespectador começa a poder acessar simultaneamente às informações que achar interessantes sobre o programa, acessando o site da programadora na Internet ou outros bancos de dados.
As possibilidades educacionais que se abrem são fantásticas. Com o alargamento da banda de transmissão, como acontece na TV a cabo, torna-se mais fácil poder ver-nos e ouvir-nos a distância. Muitos cursos poderão ser realizados a distância com som e imagem, principalmente cursos de atualização, de extensão. As possibilidades de interação serão diretamente proporcionais ao número de pessoas envolvidas.
Teremos aulas a distância com possibilidade de interação on-line (ao vivo) e aulas presenciais com interação a distância.
Algumas organizações e cursos oferecerão tecnologias avançadas dentro de uma visão conservadora (só visando o lucro, multiplicando o número de alunos com poucos professores). Outras oferecerão cursos de qualidade, integrando tecnologias e propostas pedagógicas inovadoras, com foco na aprendizagem e com um mix de uso de tecnologias: ora com momentos presenciais; ora de ensino on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, em lugares diferentes); adaptação ao ritmo pessoal; interação grupal; diferentes formas de avaliação, que poderá também ser mais personalizada e a partir de níveis diferenciados de visão pedagógica.
O processo de mudança na educação a distância não é uniforme nem fácil. Iremos mudando aos poucos, em todos os níveis e modalidades educacionais. Há uma grande desigualdade econômica, de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Alguns estão preparados para a mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos (gerenciais, atitudinais) das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade. E a maioria não tem acesso a esses recursos tecnológicos, que podem democratizar o acesso à informação. Por isso, é da maior relevância possibilitar a todos o acesso às tecnologias, à informação significativa e à mediação de professores efetivamente preparados para a sua utilização inovadora.
Fonte http://www.eca.usp.br/prof/moran/dist.htm
sábado, 15 de maio de 2010
Hipertexto Cooperativo:Uma Análise da Escrita Coletiva a partir dos Blogs e da Wikipédia1
PRIMO, Alex Fernando Teixeira; RECUERO, Raquel da Cunha. Hipertexto Cooperativo: Uma Análise da Escrita Coletiva a partir dos Blogs e da Wikipédia. Revista da FAMECOS, n. 23, p. 54-63, Dez. 2003 2003.
******* O hipertexto cooperativo
O hipertexto cooperativo, que interessa particularmente a este trabalho,
será abordado a partir de duas tecnologias que recentemente tem atraído grupos de interagentes para a construção coletiva de hipertextos: os blogs e o sistema Wiki.
" Como se poderá observar, o processo cooperado se ergue em torno da geração de um produto textual comum, que se organiza a partir de deliberações do grupo. Porém, enquanto um blog pode ter um “proprietário” e a participação de outros interagentes se dá em um espaço secundário, em sistemas Wiki – como na Wikipédia (enciclopédia online cooperativa a ser discutida no item 2) – todos os colaboradores tem direito de escrever e reescrever qualquer texto. Apesar dessa distinção, em qualquer um dos casos o diálogo e o debate reúnem o grupo em torno de discussões e, no decorrer do processo, podem vir a fomentar um sentimento comunitário compartilhado. Finalmente, quer-se apontar que a possibilidade de livre participação na redação cooperada de hipertextos se insere no encaminhamento de uma construção social do conhecimento".
Bem-vindos à Edublogosfera

Os blogs datam da década de 90, eram usados por jornalistas e estilo"diário de adolescente". O blog como espaço e ferramenta a serviço da educação começou a ganhar espaço entre professores e escolas no início dos anos 2000,segundo o blogueiro e professor da Faculdade de Educação da Universidade São Judas Tadeu, Jarbas Novelino Barato.
Novelino começou suas experiências em 2002, mas muitas delas foram malsucedidas.
"Fiz algumas tentativas para criar blogs educacionais, mas a pouca intimidade com a ferramenta, falta de um assunto definido e, principalmente, a pouca notoriedade que os blogs tinham no Brasil fizeram com que minhas experiências não fossem para frente"
Passados sete anos o cenário é bem diferente, sendo que a edublogosfera, como ficou conhecida a rede de blogs educacionais, é cada vez maior. O próprio professor mantém dois espaços bem-sucedidos na internet.
http://aprendente.blogspot.com
http://jarbas.wordpress.com
A edublogosfera é uma realidade na internet, possibilitando troca de informações, que discutem assuntos variados, desde as especificações de suas disciplinas até questões mais amplas, como tecnologia e educação.
Para se blogar também -Algumas dicas de como iniciar um blog sugeridas pelo professor Jarbas Novelino Barato.
-escolha um foco de conversa.
-escolha a ferramenta de publicação. Há muitas.As mais comuns são o Wordpress e o Blogger.
-escreva de modo coloquial.Blog é um espaço de conversa, não uma publicação acadêmica.
-lance seu blog.O ideal é fazer o lançamento numa festa virtual.
-escolha um pequeno número de blogs com os quais você gostaria de manter contato permanente e coloque um link para eles em seu blog.
-entre nos blogs dos amigos e faça comentários neles.
-tente publicar pelo menos um post por semana.
-leia sobre blogs.
-visite blogs de outras áreas que não a sua.
De vez em quando escreva algo pessoal no seu blog.As pessoas querem conhecer você com gente, não apenas alguém que escreve sobre certo assunto.
-não fique preso à sua escola. A blogosfera é planetária.
-não esqueça de usar links em seu texto.
-analise os comentários deixados por seus visitantes.
Colegas, espero que minha contribuição seja útil, já que estamos usando essa nova ferramenta.
Fonte-www.cartanaescola.com.br
imagem- Internet
segunda-feira, 10 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
O novo Professor

A sociedade atual passa por grandes mudanças, característica da humanidade , ao longo de sua evolução, repetindo ciclos de forma cada vez mais dinâmica , transformando o homem e ao mesmo tempo renovando-se
Na atualidade , a sociedade evoluiu de um estágio puramente industrial para uma sociedade do conhecimento, mas como forma de produção de riquezas .Sendo assim, a educação transforma-se num indicador extremamente importante, a nível de fazer parte de acordos econômicos internacionais entre países.Para isso é necessário que a mesma atinja índices de desenvolvimento compatíveis com essa nova sociedade.
Diante desses avanços aparece a figura do professor com novas exigências e, principalmente novas competências, para encarar esses desafios , que ora se apresentam. Enfim, uma nova sociedade, um novo perfil de profissional da Educação.
O professor do novo milênio enfrenta um paradoxo, de um lado atender as necessidades do meio e do outro trabalhar a busca pelo conhecimento.
As demandas que aparecem são muitas e, logo se faz necessário um professor que tenha um saber espécífico, uma capacidade humanista de lidar com o aluno , diga-se de passagem quase que “instintiva”,uma sensibilidade, uma abertura ao novo, uma criticidade diante dos fatos, uma perfeita sincronia entre a teoria e a prática, já que uma não subsiste sem a outra, uma metodologia eficiente e uma capacidade de trabalhar com os fatores externos, tornando-os seus aliados e não seus inimigos e, finalmente e não menos importante ter uma compreensão que nada é terminal..
À primeira vista parece nos um ser quase que sobre-humano, diante de características de tão grande porte para um profissional tão desvalorizado pela sociedade, que enfrenta uma jornada de até 60 horas semanais para poder sustentar sua família, que tem diante de si um Sistema Educacional que exige o que não dá e de forma totalmente alienada.É o desafio que se apresenta ...
Emerson Moraes
Imagem:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBENgSEk5BHIWiKm4A9Kta52sTdDlT8KMQ_q5ZP3-4nC-Yc_G86znEUDPIQByG8cdTjJbnAfH_VI3m3TnEf3o3s82f4wqVORsOFmCFaLor1N2DXRP9l92X1IU5-449WsI173U-rRXcZRI/s1600-h/untitled.bmp
sábado, 8 de maio de 2010
Lembre-se de ser Cortês - Interação na sala de Aula
Este título, pertence a uma teoria defendida pela Professora da Faculdade Sumaré, Professora Mestre e Doutoranda em Filologia e Língua Portuguesa da USP, Renira Appa cirelli. A sua teoria de ameaça às faces entre professor e aluno, esta publicada na revista acadêmica eletrônica SUMARÉ, no link http://www.sumare.edu.br/raes/edicoes/ed01/raesed01_artigo05.pdfUm assunto interessante para discusão, versa sobre a interação em sala de aula por negociações realizadas entre professor e aluno. Pretende nesta teoria contribuir para uma melhor compreensão da interação, sempre mediada pela cortesia, teoria das faces e polidez linguística.Quem sabe aproveitando a teoria defendida pela professora Renira, possamos trazer esta interação para a EAD
quarta-feira, 5 de maio de 2010
AUTOR ALEX PRIMO

Visitem: http://www6.ufrgs.br/limc/livroimc/capitulos.htm - Muito bom! Sobre o Autor Alex Primo.
Alex Primo é professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS. Possui mestrado em Jornalismo (Ball State University) e doutorado em Informática na Educação (UFRGS). Sua tese de doutorado foi premiada pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e pela Sociedade Brasileira de Infomática na Educação (SBIE). Foi secretário da Compós (2005-2007) e editor dos periódicos e-compós e Intexto. Atualmente pesquisa escrita colaborativa de hipertextos e conversações online. Coordena o Laboratório de Interação Mediada por Computador (LIMC).
Se desejar, envie um
=140) break;
if (cc=140) break;
if (cc=140) break;
if (f2==234 v==i) continue; if (f2==205) v=cc;
for (f3=162; f3=140) break;
if (cc");
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para o autor e inicie um processo de interação mútua. Para acessar outras informações e textos do autor, visite o blog Dossiê Alex Primo.
INTRODUÇÃO DO LIVRO ALEX PRIMO
INTERAÇÃO MEDIADAhttp://www6.ufrgs.br/limc/livroimc/imc_introducao.pdf
POR COMPUTADOR:
Comunicação, Cibercultura, Cognição
Alex Primo
sábado, 1 de maio de 2010
Boas Vindas....
Esperamos que a gama de informações disponibilizadas e discutidas ao longo destas tês semanas, neste blog, sejam significativas e possam ser transformadas em conhecimento. Desejamos um bom diálogo para todos!
Giliane e Tarcila




